O negócio não está pra brincadeiraaa rapaz, loucuraaa, loucuraaaa!!!! Os homens de Natal estão se achando muuuito, e não é pouca besteira não. Será devido a demanda de mulheres? kkkkkkkkkkkk.. Não sei, só sei que os homens que conheci, que não moram aqui tratam a gente COMPLETAMENTE diferente. Pelo menos comigo a experiência é essa. Já os daqui, se acham os pegadores, os fodões, os lindos, os mais gostosos, os melhores de cama, quando na verdade nem são! Alguém avise a eles!
Juro gente, parece que a educação que deram aos homens daqui foi uma coisa de outro mundo. Com certeza é por causa da quantidade de mulher que existe em Natal, e a grande maioria muito bonitas por sinal. É a explicação que encontro, muita mulher bonita, pouco homem interessante, aí a coisa esquenta e a briga fica feia!!! Cada um que garanta o seu, que na verdade existe grandes possibilidades de que ele não seja só seu, isso é fato! Principalmente aqui! Já namorei por quase 3 anos, e sei bem como é isso, a experiência é triste! A realidade não é bem como a gente almeja, homens já não valem nada por natureza. Avalie a situação onde eles são "os reis" do pedaço? Preciso sair daqui URGENTE, ou vou acabar me tornando uma mulher muito fria em relação aos sentimentos dos homens, aliás, eles tem sentimentos? Ahhh sim, o sentimento de perda. Poxa isso mata qualquer um não é verdade, principalmente se esse qualquer um for do sexo masculino. Tipo: "Cão que não gosta de largar o osso." Os homens são assim, largar o osso significa provavelmente perder pra outro cara, e perder pra outro cara muitas vezes é como se seu time perdesse na final da libertadores, no último segundo do segundo tempo, foda! Os homens são fáceis de se entender, a gente é que complica fantasiando demais, eles são simples e sistemáticos, alguns são do tipo misterioso, outros falantes demais, conquistadores, mas é tudo uma merda só, não adianta! Não existe aquele ou esse diferente, o que existe é educação diferente, instinto. Mas somando, mutiplicando, subtraindo e divindo no final o resultado é o mesmo: São homens, todos farinha do mesmo saco!
Por tanto se você já tem o seu, exija apenas respeito e educação, isso se você já o conheceu assim, pq senão ele nunca vai mudar no decorrer dos tempos. E se assim for, e por causa de farra com os amigos," peladas peladas" se é que vocês me entendem, olhadinha no retrovisor pra ver o traseiro da loira gostosa que atravessou a rua, aahh minha querida, isso nunca irá mudar, doce ilusão da mulher que pensa que pode modificar o comportamento de um homem... Se vc já tem seu, tenha bom senso e aceite alguns fatos, seja superior! Trocar pra quê se no final o resultado sempre vai ser o mesmo?!
Porra, tá desiludida mesmo ein?!
ResponderExcluirÉ uma pena ter que discordar de você.
Mas de um modo geral gostei do texto.
Oi Sara! Quanto tempo hein?
ResponderExcluirSeu texto traz coisas bem atuais, porém lhe ofereço minha visão dos fatos que talvez possa dar um novo significado a esse assunto — principalmente sobre os homens—.
A culpa será realmente dos homens?
Certa vez ouvi algo que dizia mais ou menos assim: "O Agressor só se tornar agressor porque a vítima o autoriza".
O coração humano virou praça pública.
Em nome da “modernidade” a autonomia e a liberdade humana fizeram do coração humano um lugar comparável a um terreno baldio e uma praça pública. Hoje onde a máxima é: “ninguém é de ninguém” e “todo mundo é de todo mundo” faz com que as pessoas vivam o tempo todo “experimentando” e “aventurando-se” no amor.
Assim como as praças públicas, o coração de quem vive eternamente “experimentando” (tanto homens como mulheres) torna-se terra de ninguém onde qualquer pessoa passa sem se importar e sem se tornar responsável por cuidar e cativar o sentimento.
Os terrenos baldios tem um aspecto curioso: quem passa por eles não faz a mínima questão de cuidar, pelo contrário, pouco se importa em colocar mais lixo, de qualquer forma “um lixo a mais ou a menos não vai importar”. Semelhantemente o coração humano vem assumindo essa condição.
O pior de tudo é que essas pessoas (praças públicas) muitas vezes acertam nosso coração e ocorre que nós que não queremos viver essa condição nós nos sujeitamos a aceitar essas condições nas quais eles vivem.
Nosso coração não tem placas do tipo: “proibido agredir”, “proibido usar e depois ir embora”, “proibido abusar de mim” ou “me respeite”. Essas placas não estão escritas em palavras, elas estão escritas em nossas ações. O conjunto comportamental de nossas ações é o que vai dizer aos outros se somos praças públicas ou se nosso coração é um ambiente privado que exige respeito.
Portanto se um homem ou uma mulher vive a condição de ser praça pública não tem respeito por si, quanto mais dirá pelos outros.
Concordo com vc Pedrinho! Mas às vezes por mais que a gente demonstre que o nosso coração não é uma: "praça pública"... Ainda há quem finja que não entendeu a informação, ou finja que está entendendo e respeitando, quando na verdade não está! Quando trata-se de pessoas, o comportamento é esse, bem imprevisível! Mas eu acredito também, que essas "Praças públicas" venham a se apaixonar um dia, e é aí onde a coisa aperta... Um beijão! ;*
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